RESILIÊNCIA

 

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Eu não entrego os pontos fácil. Eu não abro mão. Eu não desisto no meio do caminho. Até perceber que não existe mais reciprocidade. Pois com a ausência dela, ah, desatam-se os “nós”, e descolorem-se os laços que antes uniam a relação. Tenho sempre em mente aquela velha teoria da resiliência. Quando é preciso de tempo para algo descomplicar, eu cedo. Quando é preciso de pressa para algo começar, eu logo avanço. mas sempre com os freios em vista. Dizem que esse é um gênio difícil. Dizem que é por causa do meu signo. Dizem que é por besteira, por orgulho. Dizem, dizem… Mas mal sabem eles que cada ser têm o seu modo “vitae” de expandir-se. O meu, eu diria, é semelhante ao das folhas, que estação após estação se adaptam. Mudam. Sabem que hora ou outra podem cair, mas carregam dentro de si a esperança de serem levadas com o vento. Sem pesos, e prontas para desbravar o que antes eram-lhes desconhecido.

BYS

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