RESILIÊNCIA

 

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Eu não entrego os pontos fácil. Eu não abro mão. Eu não desisto no meio do caminho. Até perceber que não existe mais reciprocidade. Pois com a ausência dela, ah, desatam-se os “nós”, e descolorem-se os laços que antes uniam a relação. Tenho sempre em mente aquela velha teoria da resiliência. Quando é preciso de tempo para algo descomplicar, eu cedo. Quando é preciso de pressa para algo começar, eu logo avanço. mas sempre com os freios em vista. Dizem que esse é um gênio difícil. Dizem que é por causa do meu signo. Dizem que é por besteira, por orgulho. Dizem, dizem… Mas mal sabem eles que cada ser têm o seu modo “vitae” de expandir-se. O meu, eu diria, é semelhante ao das folhas, que estação após estação se adaptam. Mudam. Sabem que hora ou outra podem cair, mas carregam dentro de si a esperança de serem levadas com o vento. Sem pesos, e prontas para desbravar o que antes eram-lhes desconhecido.

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QUEM FOI SEU ESCULTOR?

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As histórias não são restritas, elas podem ser encontradas em cicatrizes no corpo, ou em marcas na memória. E dependendo de quem à causou, pode trazer breves saudades, pois elas podem ter sido esculpidas durante um momento único e complicado da vida, não quer dizer ao certo que o escultor seja mau, todos nós temos crises.

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DE NUNCA EM NUNCA

 

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Nunca fui de sentir demais. De demonstrar demais. De me apegar demais. Bom, lembro-me de ser assim desde que parei de acreditar em toda a perfeição daquelas histórias me contavam. Quer dizer, não é que eu queira ser uma pedra de gelo com todo mundo que se aproxima. É só que, após umas ou outras quedas na vida, em que as minhas expectativas não foram atendidas, e a dor morou por alguns invernos comigo, eu parei de querer ser sempre tão sentimental e livro aberto com meus problemas, e percebi que nem todo mundo está disposto a isso, sabe. Nem todo mundo quer encarar as coisas de uma forma arriscada e incerta. É difícil. Dói demais. E as pessoas, hoje, levam relacionamentos na competição. Não para ver quem ama mais, mas para mostrar quem é mais indiferente, quem paga de não-me-importo melhor. E, na boa, isso é tão exaustivo!

A verdade é que continuo sendo a mesma pessoa. Em alguns referenciais. Outros, eu tive que mudar. Sabe como é… aquela velha história que fala como o seu passado tem o poder de te modificar para o futuro. É isso. Estou em constante mudança. Deixando entrar quem vale a pena, e sair-mesmo que doa- quem não está disposto a ficar. Nunca fui muito de insistir. Mas sempre fui de persistir. De resistir. De deixar fluir.

É bem clichê todo esse jogo que fiz com as palavras. Mas a compreensão depende apenas do que você considerar mais importante. Em média, já devo ter usado cada palavra desse texto umas 20 vezes. Mas isso, só percebe quem fica remoendo cada palavra passada, e deixa pra outro dia os parágrafos seguintes. É, hoje eu entendo que demonstro o que sinto, quando deixo quem amo livre para fazer suas próprias escolhas, e conviver com suas próprias consequências. Elas podem ser boas ou ruins. E aí, meu caro, depende de qual direção você escolher tomar.

BYS

AGORA, PERMITO-ME A(MAR)

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Sem conseguir perceber o que acontecia ao meu redor, me vi afogada. Sem esperança. Só eu e a solidão. Admito, não imaginei que ela seria assim, como o profundo de um oceano que me fazia refém. Sempre a imaginei seca, escura e mórbida. Eu, que vivia num estado de naufrágio constante, e que estava cansada da minha ilha de individualismo, me encantei de cara com a sua chegada. Nada me parecia mais incrível! Finalmente alguém resolvido a aproximar-se daquela terra ainda desconhecida. Alguém que eu poderia dividir ondas de alegria, e marés de desabafos. Senti encontrar meu porto seguro. E agora parecia ser pra sempre. É, parecia.

É difícil aceitar que me atirei tão confiante, e cai na margem. Sobre o castelo de areia que havíamos construído. Não o culpo, afinal, não se mede o tamanho da onda do outro por opiniões próprias. Eu, que pensei ser recíproco, não vi que era âncora de um bote tão pequeno. Pesou demais, né. Como você mesmo disse, não havia mais espaço para nós dois no mesmo embarque. Vamos para a prancha!

Mas não se preocupe com isso. Sei que hora ou outra, quando a maré baixar e me levar de volta ao solo, eu já vou estar bem. Não digo que vou apostar na mesma onda novamente, ou que vou velejar sem destino. Isso seria nadar contra a correnteza. Mas vou entender que a vida tem mesmo dessas coisas. Erro meu não ter olhado a minha bússola. Erro meu ter achado que o meu interesse dava-me o direito de fixar uma embarcação de lembranças onde eu quisesse. Erro meu não saber que os dois tinham que decidir em que direção navegar. Erro meu ter achado que era âncora, quando, na verdade, era a vela.

Agora já não sou só eu e a solidão. Já não sou eu a solidão.

BYS

ELA CONFIOU 👸

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 Ela aprendeu que nem tudo acontece do jeito que se espera, e que alguns momentos não coincidem com suas vontades. Ela percebeu que não valia a pena criar expectativas em cima de alguém, pois assim como ela, as pessoas são falhas e uma hora ou outra a machucariam.

Foi aí que a garota, cheia de sonhos e versos escritos no caderno, confiou todas as suas dúvidas e ansiedades nas mãos do seu Pai. Foi aí que todas as suas feridas foram curadas, que os seus medos foram revertidos em coragem, e ela então descansou o seu coração em Deus, e não o questionou mais sobre a “demora” dos seus sonhos se concretizarem.

Ela aprendeu, pela espera, que o toque mais puro e o amor mais seguro do mundo é o do seu Abba.

 BYS

Stephen King | Tag Literária 📝

Oi amores! Fui indicada pelo Blog A Caçadora de Sonhos para responder uma Tag Literária bem legal. Então vamos lá!


1- Carrie, A Estranha   –  O primeiro livro que você se lembra ter lido:

A Branca de Neve –


2- O Pistoleiro – O primeiro livro de uma série que você ama:

O Jogo da Mentira – Sara Shepard ❤


3- Canção de Susannah – Um livro que tenha uma personagem feminina marcante:

Hazel Grace – A Culpa é das Estrelas;


4- Doutor Sono – Uma Sequência publicada anos depois:

O Sol é Para Todos – Harper Lee;


5- Escuridão Total Sem Estrelas – Um Livro de contos maravilhoso do começo ao fim:

A Menina que Colecionava Borboletas – Bruna Vieira;


6- Duma Key – Um livro com uma amizade memorável:

Marley & Eu – John Grogan;


7- A Maldição do Cigano – Um livro “magro” (pequeno) e ótimo:

Não se Apega não – Isabela Freitas;


8- Mago e Vidro – Um livro com um casal lindo:

John e Savannah – Querido John;


9- Jogo Perigoso  – Um livro que já se sentiu angustiado ao ler:

Antes de Partir – Bronnie Ware;

10- A Torre Negra – Um livro que você leu com dó de terminar:

Depois dos Quinze – Bruna Vieira ❤


🔎 INDICO os blogs:

Manias de Carol

Jéssica Lim

Normal Girl

Stalker De Moda


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RESENHA: Perversas – Sara Shepard | Projeto Literário Semanal 📖

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A série Pretty Little Liars chega ao seu quinto título publicado pela Rocco. Em Perversas, o leitor recebe um vislumbre do passado e como a amizade entre as cinco protagonistas começou.

 Na segunda fase da série – em Perversas, Destruidoras, Impiedosas e Perigosas –  as quatro lindas mentirosas percebem que, na estratégia de manter em segredo o que contaram à amiga Alison, tudo o que poderia dar errado, já estava dando errado. Pois, quando a história com “A” parece resolvida, e o assassino de Ali já está preso, novos mistérios aparecem.


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Lançamentos de livros em Agosto | Guia de leitura 🔎

Ahh, a leitura… Arrisco em dizer que é a melhor evolução que um ser humano faz! 

(Evolução? Comassim??)

É, gente. EVOLUÇÃO! A leitura nos transforma, nos inspira, nos contagia. Para uns, é uma prática inútil, que é necessária apenas para passar em Literatura, no ensino médio. Mas para outros, para mim inclusive, é um alimento diário da nossa mente.

Então, nada melhor que fazer um Guia de Leitura sobre todos os lançamentos do mês de Agosto. E aí, vamos conferir?


📖 Um Ano Inesquecível:

 De Paula Pimenta, Bruna Vieira, Babi Dewet e Thalita Rebouças;

1247-20150717163341    Dizem por aí que os melhores momentos da vida são vividos na adolescência. Os primeiros amores, os encontros, as festas, as viagens, as surpresas… E são sempre os instantes inesperados que transformam um dia comum em uma lembrança especial, daquelas que nunca deixarão de nos acompanhar. Este é um livro sobre esses momentos doces e sensíveis que não se apagam da memória tão facilmente. Quatro contos, em quatro estações do ano, sobre jovens que passam por vivências e sentimentos intensos. Paula Pimenta nos leva em uma viagem de inverno. Babi Dewet conta como um outono pode mudar tudo. Bruna Vieira mostra a paixão brotando com a primavera. E Thalita Rebouças narra um intenso amor de verão. Histórias de um ano inesquecível que vão ficar para sempre!



📖 eu odeio te amar:

De Liliane Prata;

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O que fazer quando se sente, ao mesmo tempo, um amor profundo e um ódio avassalador? Débora estava prestes a viver o dia mais feliz de sua vida. Tudo estava pronto para o casamento perfeito com Felipe, o noivo mais lindo e fofo que alguém poderia ter. O apartamento estava arrumado, e todos os detalhes da lua de mel na Grécia, acertados. Até um novo emprego na redação de uma revista feminina a esperava na volta da viagem. Seria o começo de uma nova etapa de uma vida com a qual ela sempre sonhou. Na véspera da cerimônia, o noivo precisou ficar até mais tarde no escritório para resolver as últimas pendências, e ela resolveu fazer uma surpresa e aparecer sem avisar. Mas quem foi surpreendida foi ela: pegou Felipe em flagrante com a irmã do sócio, na situação mais comprometedora possível. O que fazer? Armar um escândalo e terminar tudo? Esquecer o que viu, casar e ser feliz para sempre? Para Débora, a resposta é: criar um plano maluco para sair dessa situação e dar a volta por cima!


📖 pOr onde andam as pessoas interessantes?

De Daniel Bovolento;

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Por Onde Andam as Pessoas Interessantes? – Daniel parece sangrar um pouco a cada crônica que escreve. Trata de amor com a eloquência lírica da juventude e, ao mesmo tempo, com conclusões empíricas, de quem desde muito cedo aprendeu a observar e registrar o comportamento e as relações humanas. Papo de botequim diriam alguns, mas o fato é que seus textos nos despertam os sentidos, nos tiram do estado letárgico: agrada, alivia, incomoda, angustia… Não importa, faz sentir porque faz sentido. “Outro dia perguntei pra um amigo se ele sentia que as pessoas interessantes tinham sumido e ele disse que sim. Mais uma corja de amigos recém- e parados e na mesma faixa de idade responderam o mesmo. E isso me faz pensar se a gente é que ficou desinteressante, ou se o limbo emocional – nossa casa constante com o passar dos anos e dos relacionamentos – acabou tornando a gente mais exigente e maduro. Ou se realmente anda difícil encontrar conexão emocional numa época em que os aplicativos de pegação, a variedade de opções e a falta de tempo costumam transformar em instantâneos os relacionamentos que já estavam se tornando efêmeros.”


📖 À Procura de Audrey:

De Sophie Kinsella;

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À Procura de Audrey

– Audrey, 14 anos, leva uma vida relativamente comum, até que começa a sofrer bullying na escola. Aos poucos, a menina perde completamente a vontade de estudar e conhecer novas pessoas. Sem coragem de sair de casa e escondida por um par de óculos escuros, a luz parece ter mesmo sumido de sua vida. Até que ela encontra Linus e aprende uma valiosa lição: mesmo perdida, uma pessoa pode encontrar o amor.



📖 Amor amargo:

De Jennifer Brown;

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Amor Amargo – Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado.

Até Cole aparecer.
Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto está ali, querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade…
Em um retrato realista de um relacionamento conturbado, a autora Jennifer Brown – do sucesso A Lista Negra – nos leva até o limite de nossos sentimentos.


E aí, amores… Gostaram das indicações? Bom, eu espero que sim!

Beijos e até a próxima